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Universidade obteve a 12º posição na América Latina no Times Higher Education

Em recente publicação do Times Higher Education, a UNESP obteve a 12ª. posição entre as 81 universidades latino-americanas analisadas. Esse ranking tem como critérios de avaliação o ambiente e as atividades de ensino (36%), o ambiente e asa atividades de pesquisa (34%), as citações recebidas (20%), a internacionalização (7,5%) e a transferência de conhecimento e inovação (2,5%).

Observa-se que houve alteração nos pesos relativos utilizados na classificação das Universidades para a edição 2017. A principal diferença foi a pontuação para o critério Citação, que passou de 30% na edição de 2016 para 20% em 2017. Essa diferença de 10% reverteu para um acréscimo de 6% no critério Ensino, que passou a ter 36% da nota total, e de 4% para Pesquisa, segundo maior peso na nota, com 34%.

Já na avaliação da QS Top Universities Under 50, também recentemente publicada, há de se destacar o fato de a Unesp revelar consistência ao longo dos anos, ainda que no atual contexto de adversidades econômicas, pois se observa a manutenção de posição de prestígio no cenário internacional, permanecendo na posição 71-80 das universidades mais jovens, nos três últimos anos. Nesse contexto, entre 150 universidades avaliadas, a Unesp obteve a terceira posição na América Latina (ascendendo em uma posição relativamente à avaliação anterior), e a primeira posição no Brasil.

Outro aspecto importante a destacar, nesse ranking, reside no fato de que, no item Pesquisa, a Unesp obteve o indicador Very High, o que mostra seu empenho nessa atividade-fim.

Essas posições obtidas pela Unesp revelam-se ainda mais significativas especialmente se considerarmos o fato de que 40% do peso da avaliação QS deve-se ao item Academic Reputation, que é fruto de indicações obtidas pela Unesp de pesquisadores do meio acadêmico internacional.  Desse modo, há de se considerar que a Unesp vem ganhando, ao longo do tempo, mais visibilidade científica internacional, aspecto que deve ser continuamente incentivado por meio de ações indutoras já em implementação na universidade, visando ao aumento da produção científica em inglês em revistas de impacto, à atração de estudantes e pesquisadores estrangeiros, ao oferecimento de disciplinas de graduação e de pós-graduação em inglês, à intensificação das atividades de colaboração científica no âmbito dos acordos de cooperação acadêmica internacional e à  correta descrição da afiliação institucional nas publicações.

Cabe ressaltar, no entanto, que ambos os rankings comparam universidades de perfis muito diferentes, em termos de número de alunos e de docentes. A título de exemplo observa-se, no ranking QS, que as 10 primeiras colocadas, predominantemente asiáticas, revelam média de alunos FTE (full-time equivalent) quase três vezes inferior à da Unesp. Desse modo, tem-se comparadas universidades e institutos menores e eminentemente de pesquisa com universidades amplas, de ensino, pesquisa e extensão, como é o caso da Unesp.

A tabela completa da classificação está disponível em:
https://www.timeshighereducation.com/world-university-rankings/2017/latin-america-university-rankings

A metodologia detalhada pode ser verificada em:
https://www.timeshighereducation.com/world-university-rankings/latin-america-university-rankings-2017-methodology

Para demais informações, visite https://ape.unesp.br/ranking/ ou consulte a Comissão de Avaliação Institucional dos Rankings da Unesp: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

Assessoria de Comunicação e Imprensa

Em fase de implementação pelo Núcleo de Educação a Distância, sistema atenderá à necessidade de inovação no gerenciamento e acompanhamento das atividades acadêmicas

O Núcleo de Educação a Distância (NEaD) e o Departamento de Estatística da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Unesp desenvolveram um sistema acadêmico integrado e acessível de avaliação de aprendizagem para utilização em cursos nas modalidades a distância e híbrida. Subsidiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), o projeto beneficiará estudantes, professores e profissionais técnico-administrativos de toda a universidade.

De acordo com o professor Klaus Schlünzen Junior, coordenador do projeto, a presença das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) na modalidade EaD implica em repensar e reorganizar a avaliação dos processos de ensinar e aprender, de maneira a mensurar o grau de proficiência incorporado nesses processos. “Serão implementados nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem sistemas de avaliação qualiquantitativa, nos quais não somente as atividades, mas todo e qualquer registro será analisado, como a participação nos fóruns”, explica. “Esse método será útil para a observação dos avanços e participação do estudante, bem como para o diagnóstico de resultados do curso, permitindo ações imediatas para corrigir eventuais falhas, sem a necessidade de questionários de avaliação para detectá-las”, completa.

Segundo o estatístico da FCT/Unesp, Mário Hissamitsu Tarumoto, também serão empregados Testes Adaptativos Computadorizados (TAC), cujos resultados podem ser avaliados a partir da Teoria de Resposta ao Item (TRI). “A junção dessas duas técnicas permitirá a comparação do índice de aproveitamento do estudante em diferentes situações”, assegura o professor. Os TAC se adaptam ao nível do examinando: após analisar uma resposta, disponibilizam uma questão mais fácil ou mais difícil. Já a TRI avalia o erro ou acerto de cada questão (item) a partir de três parâmetros: dificuldade da pergunta, discriminação (diferenciação entre os que dominam e os que não dominam determinada habilidade) e acerto casual (possibilidade de acerto por “chute”). O projeto prevê também a disponibilização de um banco de questões que poderá ser usado pelos docentes na elaboração de suas avaliações.

Acessibilidade e mobilidade

Outra importante característica do sistema de avaliação é que ele será acessível a pessoas com deficiências físicas, auditivas ou visuais, assim como já são os Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) da Unesp. Códigos computacionais permitirão o emprego de leitor de tela, audiodescrição, Libras e legendas. O acervo digital da universidade, repositório com mais de 120 mil documentos, incluindo objetos educacionais, vídeos e e-Books, será ampliado com novos materiais acessíveis. “Após a formação de equipes técnicas, gestores e docentes, esperamos que a cultura e os preceitos da educação inclusiva sejam propagados por toda a universidade”, ressalta a professora Elisa Tomoe Moriya Schlünzen, coordenadora do NEaD/Unesp.

A adoção desse sistema acadêmico favorecerá a mobilidade estudantil intra e interinstitucional, nos âmbitos nacional e internacional, uma vez que serão facilitados o gerenciamento e a troca de informações sobre o rendimento dos estudantes.

Utilização pelo Sistema UAB

Uma vez que o projeto tem financiamento público pela CAPES, poderão utilizar o novo sistema as instituições de Ensino Superior pertencentes ao Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB/CAPES), cujo propósito é democratizar o acesso a essas instituições por meio da modalidade EaD. “Buscamos, com esses recursos de avaliação e tecnologia assistiva, equiparar oportunidades, melhorar o processo de avaliação da aprendizagem, aprimorar o gerenciamento acadêmico, favorecer a formação de recursos humanos e estimular a pesquisa sobre EaD. Esses são pressupostos também da UAB”, lembra o professor Klaus Schlünzen Junior.

Está disponível a nova edição da Revista Educação, Cultura e Sociedade, publicação científica eletrônica, semestral e multitemática do Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia da Universidade do Estado do Mato Grosso (UNEMAT), campus universitário de Sinop. 

Nesta edição, é apresentada a primeira parte do dossiê temático "Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva", organizado pela Prof.ª Dr.ª Elisa Tomoe Moriya Schlünzen; pelo Prof. Dr. Daniel Brailovsky e pela Prof.ª Dr.ª Sandra Wrobel Straub.

Acesse aqui a revista. 

Leia abaixo a apresentação da edição:

A décima quarta edição da Revista Educação, Cultura e Sociedade (v. 7, n. 2, jul./dez. 2017) é formada pela Parte 1 do Dossiê Temático ”Educação especial na perspectiva da educação inclusiva”, contendo doze artigos da seção de fluxo contínuo e duas resenhas.

O presente dossiê, organizado por Elisa Tomoe Moriya Schlünzen, Daniel Brailowsky e Sandra Luzia Wrobel Straub, reúne estudos na área da Educação Especial e Inclusiva com base nas práticas, discursos educativos e políticas públicas.O Dossiê agrega temas de investigação sobre a inclusão escolar dos estudantes público-alvo da Educação Especial nas diversas perspectivas teóricas e abordagens metodológicas.

Apresentam-se aqui estudos voltados às instituições de ensino de educação básica, profissional e superior e as ações para a inclusão e o uso ou desenvolvimento da Tecnologia Assistiva, estudos em espaços não escolares de aprendizado que se apresentam como processo inclusivo, bem como textos que abordam questões sobre ética e políticas vinculadas à inclusão. A elaboração deste Dossiê se destaca pela relevância do tema na contemporaneidade, em função das discussões e posicionamentos que se apresentam em diferentes países.

Para composição do Dossiê recebemos um número elevado de submissões de artigos, que foram criteriosamente avaliados. Nesse sentido, o Dossiê Educação especial na perspectiva da educação inclusiva se constituirá de duas partes, sendo a primeira publicada nesta edição, com treze artigos em que apresenta resultados de estudos teóricos e práticos de pesquisadores de diferentes contextos.

A organização do trabalho docente no atendimento educacional especializado em escolas públicas da rede estadual do município de Porto Velho, Rondônia, Brasil – é o artigo de Sônia Carla Cândido da Silva, Josefa Aparecida Pereira de Andrade e Rosiele Pinho Gozaga Silva, o qual abre a edição com resultados de uma pesquisa qualitativa que busca investigar o professor de atendimento educacional especializado no que se refere aos desafios e possibilidades que são vivenciados na Educação Especial a partir de uma visão Inclusiva.

O segundo artigo – APAE: um modelo de educação empreendedora, assinado por Ruth Maria Rodrigues Garé e Alessandra de Falco Brasileiro, analisa como acontece o processo educativo das pessoas com deficiência nas APAE para ingresso no mercado de trabalho.

Otávio Santos Costa e Vanessa Regina de Oliveira Martins apresentam o artigo intitulado – As relações entre cinema e Educação Especial em teses e dissertações: um estudo de revisão sistemática, em que discutem estudos científicos sobre os usos do cinema nas diferentes áreas da Educação Especial.

O artigo – Atividade de habilidades básicas como facilitadora do aprendizado do sistema Braille na reabilitação de indivíduos com deficiência visual, de autoria de Raffaela Lupetina, Lindiane Faria do Nascimento e Luciana Barros Farias Lima, traz reflexões sobre atividades realizadas em uma instituição especializada na educação de indivíduos cegos e com baixa visão.

Hector Calixto e Amélia Ribeiro investigam, no texto – A Universidade como espaço de diálogo com as diferenças e os diferentes: análise de uma experiência com alunos de Pedagogia,articulações entre a universidade e a formação de professores na perspectiva da inclusão, compreendendo a universidade como lócus inclusivo, uma vez que apresentacomo eixo estruturador das suas práticas o respeito às diferenças e aos diferentes.

O sexto artigo – Educação humana integral: experiências e relatos de mulheres em privação de liberdade, escrito por Maria Sandra Montenegro Silva Leão, apresenta resultados parciais de pesquisa em desenvolvimento que tem por objetivo compreender se a educação formal ofertada e vivenciada no contexto de uma penitenciária feminina contribui para a formação humana integral.

No artigo – Educação inclusiva: alguns apontamentos do referencial da Análise do Comportamento, as autoras Débora Barbosa de Deus, Maria Julia Lemes e Vânia Lúcia Pestana Sant'Anna refletem sobre a contribuição da análise do comportamento a partir do conceito de práticas culturais para o processo inclusivo no contexto escolar.

Marcelo Oliveira da Silva, em seu artigo – Educação inclusiva no Centro Integrado de Desenvolvimento: entrelaçamentos entre escola, diferenças e sociedade, expressa considerações acerca da inclusão em uma escola da cidade de Porto Alegre/RS, destacando as relações entre os entendimentos sobre deficiência, diferenças e diversidades que são vivenciados na escola.

Inclusão, trabalho e deficiência: lacunas no mercado laboral de pessoas adultas com deficiência visual,de autoria de Iván Carlos Curioso Vílchez, tem como objetivo exibir uma análise para conhecer as necessidades e demandas de pessoas adultas com deficiência visual no mercado laboral. As reflexões ocorrem a partir de quatro categorias temáticas: 1. Preconceitos sobre a deficiência visual no trabalho; 2. Desconhecimento das habilidades e competências das pessoas com deficiência visual; 3. Dificuldades com as adaptações no local de trabalho e falta de treinamento dos funcionários e 4. Barreiras burocráticas e insuficiente difusão de políticas públicas e sociais efetivas no âmbito laboral.

Michelle Fernandes Lima e Ilson José Pereira da Luz assinam o artigo – O Estado e as políticas educacionais: o discurso humanitário da inclusão das pessoas com deficiências, e nele apresentam um trabalho de natureza teórica com o objetivo de analisar o discurso humanitário da inclusão das pessoas com deficiências propalado pelo Banco Mundial.

O artigo – Políticas públicas de Educação Especial na perspectiva inclusiva: desafios para o Atendimento Educacional Especializado no município de Abaetetuba/PA/Brasil, organizado por Giovana Parente Negrão e Allan Rocha Damasceno, tem como objetivo caracterizar a implementação da Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva na rede de ensino.

No último artigo – Processo de inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho e seus desafios, Rita de Cássia Santos Almeida discute, a partir de uma pesquisa qualitativa, como os coordenadores das instituições preparatórias e os responsáveis de recursos humanos das empresas dos respectivos contratantes enfrentam e se posicionam diante da inclusão numa cidade do interior do estado de São Paulo.

Ranking classifica Universidade na terceira posição na América Latina

A Unesp é a primeira universidade brasileira no ranking QS Top 50 Under 50, que inclui instituições de ensino com menos de 50 anos. Na América Latina, a Unesp ficou na 3ª colocação, logo após a Universidad Austral e a Universidad de Palermo, ambas da Argentina. Em comparação com o ano de 2016, a Unesp subiu uma posição na classificação. Já em nível mundial, a Universidade está classificada na posição 71-80, mantendo a que ocupa desde 2016.

Pelo quarto ano consecutivo, a Nanyang Technological University (NTU), de Cingapura, é a melhor universidade jovem do mundo.

A tabela completa da classificação está disponível em
https://www.topuniversities.com/university-rankings/top-50-under-50/2018

Página da Unesp na QS:
https://www.topuniversities.com/universities/unesp#360008

Sobre a metodologia
Resumidamente, a Universidade é avaliada segundo os quesitos abaixo:
Academic Reputation - 40%
Employer Reputation - 10%
Faculty/Student Ratio - 20%
Citations per faculty - 20%
International Faculty Ratio - 5%
International Student Ratio - 5%

A metodologia detalhada pode ser verificada em
https://www.topuniversities.com/qs-world-university-rankings/methodology

A Revista Unesp Ciência do mês de julho traz um artigo sobre a Educação Especial na perspectiva da Inclusão. Escrito pelas professoras Elisa Tomoe Moriya Schlünzen, coordenadora do Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da Unesp e líder do Grupo de Pesquisa Ambientes Potencializadores para a Inclusão (API); Danielle Aparecida do Nascimento dos Santos, vice-líder do Grupo de Pesquisa API; e Cícera A. Lima Malheiro, pesquisadora e consultora do NEaD da Unesp, o texto apresenta orientações importantes sobre práticas pedagógicas inovadoras e o Atendimento Educacional Especializado.

O leitor conhecerá a Abordagem Construcionista, Contextualizada e Significativa, que propõe a criação de ambientes de ensino e aprendizagem que despertem o interesse do estudante e valorizem as diferenças humanas, que é o real sentido da inclusão. A Abordagem CCS foi desenvolvida a partir da tese Mudanças nas práticas pedagógicas do professor: criando um ambiente construcionista, contextualizado e significativo para crianças com necessidades especiais físicas (2000), de autoria da professora Elisa Tomoe Moriya Schlünzen. Atualmente, essa abordagem é a sustentação dos atendimentos especializados do Centro de Promoção para a Inclusão Digital, Escolar e Social (CPIDES), situado no município de Presidente Prudente, no Câmpus da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp. 

O artigo também destaca as principais diretrizes sobre as responsabilidades do professor para a realização do Atendimento Educacional Especializado, as quais foram determinadas pelo Programa de Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais. 

O texto completo está disponível no endereço: http://www.unespciencia.com.br/2017/07/educacao-87/

 

 

 

 

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