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Publicado em 03 Julho 2017

Inclusão escolar e processos de resiliência

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Pesquisa enfoca adolescentes e jovens com deficiência

A candidata Thais Watakabe Yanaga, do Programa de Pós-Graduação em Educação, fez sua defesa pública de tese de Doutorado no dia 23 de Junho de 2017 no Anfiteatro II. A Orientadora foi a Profª.Drª. Renata Maria Coimbra, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente – SP. Tema: “Inclusão escolar e processos de resiliência em adolescentes e jovens com deficiência”.   

Integrando a Comissão Examinadora os seguintes membros: Profª.Drº.Elisa Tomoe Moriya Schlünzen, do Departamento de Matemática da FCT/Unesp; Prof.Dr.Alex Sandro Gomes Pessôa, da Universidade do Oeste Paulista/UNOESTE; Prof.Dr.Divino José da Silva, do Departamento de Educação da FCT/Unesp e Profª.Drª.Nerli Nonato Ribeiro Mori, do Departamento de Teoria e Prática da Educação, da Universidade Estadual de Maringá/UEM-Paraná.  

Trabalhos presididos pela Orientadora, Profª.Drª.Renata Maria Coimbra.  O trabalho desenvolvido pela Doutoranda está vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Ciências e Tecnologia da  Unesp – Presidente Prudente . Mais especificamente à linha de pesquisa Desenvolvimento Humano, Diferença e Valores. O objetivo da pesquisa foi analisar como as ações de inclusão se articulam, com processos de resiliência em adolescentes e jovens com deficiência, a partir da perspectiva dos alunos e professores.

Com relação à temática de inclusão é entendida neste trabalho, como um processo que valoriza as diferenças, comungando com a perspectiva teórica de Maria Tereza Mantoan e Sadao Omote, que também embasam este estudo. As ações de inclusão citadas foram relacionadas com as sete tensões da abordagem socioecológica, verificando de que forma contribuíam para o processo de resiliência. 

Alunos com deficiência 

A Doutoranda Thaís Watakabe Yanaga acrescenta em sua tese que um número equivalente a 14 professores – de ambos os sexos e com diversas formações – ministraram aulas ou desenvolveram suas atividades para 12 alunos com deficiência, sendo: quatro surdos; dois com Síndrome de Asperger; um cego; um deficiente visual; um com Síndrome de Down; um com amputação do braço; um com raquitismo; um com mielomeningocele. De ambos os sexos (com idade entre 14 e 28 anos), e considerados em processo de resiliência. 

Nessa etapa, os professores participantes contribuíram por duas formas: 1º - realizou-se uma conversa coletiva com os professores de cada Campus, sobre a concepção que estes possuíam. De acordo com essa concepção, definiu-se quais alunos apresentavam esse “crescer bem”.  A outra etapa consistia em entrevista semiestruturada de forma individual, em que se buscou levantar as ações de inclusão percebidas pelos professores que contribuíam para o seu crescer bem. Espera-se que esse estudo colabore para a prática dos membros de instituições escolares, que trabalhem com alunos com deficiência; e suscite novas reflexões no campo educacional, garantindo práticas mais eficazes.

Altino Correia - Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT/UNESP

 

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