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Publicado em 16 Maio 2017

Pessoas com deficiência visual podem estudar a distância com autonomia

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A candidata Soellyn Elene Bataliotti, do Programa de Pós-Graduação em Educação, defendeu tese de Doutorado na FCT/Unesp

Na manhã do dia 12 de Maio no Centro de Promoção para Inclusão Digital, Escolar e Social/CPIDES (da FCT/Unesp), a candidata Soellyn Elene Bataliotti – do Programa de Pós-Graduação em Educação – defendeu tese de Doutorado. Orientadora: Profª.Drª. Elisa Tomoe Moriya Schlünzen, do Deptº de Matemática, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente.

Fazendo parte integrante da Comissão Examinadora - além da Orientadora já citada - os seguintes docentes:Prof.Dr.Manoel Osmar Seabra Jr, do Deptº de Educação Física e Programa de Pós-Graduação em Educação e Cláudia Maria de Lima, do Deptº de Educação, ambos da FCT/Unesp; Éder Pires de Camargo, do Deptº de Física e Química e Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência, da Faculdade de Engenharia da Unesp/Ilha Solteira e Danielle Aparecida do Nascimento dos Santos, da Universidade do Oeste Paulista/UNOESTE.

Tema desenvolvido pela Doutoranda: “Da acessibilidade à autonomia do usuário com deficiência visual em ambientes virtuais de aprendizagem”, que estabeleceu como objetivo analisar o processo de implementação da acessibilidade a partir das recomendações já existentes. Para compreender como possibilitar a autonomia dos cursistas com deficiência visual em relação à participação e ao desempenho no ambiente virtual de aprendizagem (AVA).

Critério para escolha dos cursos

O critério para a escolha dos cursos foi a presença de um cursista cego e outro cursista com baixa visão. Foram dois cursos de especialização na área de Educação Especial, com 686 horas de formação voltados à Deficiência Visual e Deficiência Física. A coleta, seleção e análise de dados foram divididas em quatro etapas: verificação da acessibilidade do ambiente, contato com os cursistas mediante entrevistas informais. Contato extra-AVA e análise das atividades realizadas no ambiente pelos cursistas.

Os pressupostos analíticos estiveram presentes no processo de implementação de acessibilidade, promovida nos principais meios de interação e realização de atividades no AVA Moodle. Na investigação de natureza qualitativa, adotou-se como procedimento de coleta de dados a observação de participantes de dois cursos.

A pesquisa desenvolvida pela Doutoranda Soellyn Elene Bataliotti, revelou que é possível propor um curso que permita a autonomia dos cursistas com deficiência visual na modalidade à distância, mediante a vivência de uma cultura inclusiva da equipe. Centrada nas necessidades e nas possibilidades de desenvolvimento das competências e participação com liberdade e independência desses cursistas. Num espaço democrático e inclusivo.

Por Altino Correia, da Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT/Unesp

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