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           Estão abertas as inscrições para o curso de formação continuada online Orientações básicas para incluir os Estudantes Público-Alvo da Educação Especial no Ensino Superior. Preparado prioritariamente para os docentes da Universidade, o curso poderá também interessar aos estudantes de pós-graduação stricto sensu (mestrandos e doutorandos) e aos servidores técnico-administrativos da área acadêmica. Trata-se de uma iniciativa da Comissão Permanente de Acessibilidade e da Pró-Reitoria de Graduação da Unesp, em parceria com o Núcleo de Educação a Distância (NEaD) e o Centro de Promoção para Inclusão Digital, Escolar e Social (Cpides). Para inscrever-se, é preciso acessar o endereço  http://goo.gl/CkAhiu  até o dia 7 de outubro. 

           O principal objetivo é fornecer informações básicas  para incluir os Estudantes Público-Alvo da Educação Especial (EPAEE), proporcionando orientações importantes para o desenvolvimento de um melhor trabalho pedagógico para receber estes estudantes. O curso é dividido em oito módulos opcionais, ou seja, o interessado pode fazer apenas um ou quantos desejar.  São eles: Educação Especial e Inclusiva: caracterização e conceituação da deficiência; Abordagem Construcionista, Contextualizada e Significativa; Deficiência Física; Deficiência Auditiva; Deficiência Visual; Deficiência Intelectual; Transtorno Global do Desenvolvimento; Altas Habilidades ou Superdotação.  A carga horária total é de 100 horas. Haverá avaliação ao final de cada módulo e os participantes receberão certificado de conclusão emitido pela Pró-Reitoria de Graduação e NEaD. Os professores autores do curso são professores e Pós-graduandos da Unesp, especialistas em Educação Especial e Inclusiva.

 

Orientações básicas para incluir os Estudantes Público-Alvo da Educação Especial no Ensino Superior Curso de formação continuada totalmente a distância 

Público-alvo: Docentes, alunos de Pós-Graduação stricto sensu (mestrandos e doutorandos) e servidores técnico-administrativos da Unesp

Carga Horária: 100 horas

Inscrições: até o dia 7 de outubro, pelo endereço: http://goo.gl/CkAhiu 

Observação: Estão reservadas 20 vagas para egressos da Unesp e 10 vagas para público externo. Serão consideradas as primeiras pessoas a se inscreverem. 

 

Em época de paralimpíadas, o tema da inclusão fica em evidência para o mundo todo e não é possível deixar de lado a questão da educação. Com um papel ativo no desenvolvimento de estratégias educacionais inclusivas, o Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) participou, no último dia 5 de setembro, de um dos eventos organizados, no Rio de Janeiro,  pela Embaixada Britânica,  por meio da British House Rio, residência oficial do Reino Unido nas Olimpíadas e Paralimpíadas de 2016. 

O “Debate Reino Unido - Brasil sobre educação inclusiva e o retrato de atletas paralímpicos na mídia”, contou com dois painéis. O primeiro, chamado “Desenvolvendo uma educação inclusiva”, teve a participação de Olivia Byington, cantora e violinista brasileira, que escreveu o livro “O que é que ele tem?”, sobre seu filho João, que possui a Síndrome de Apert; de Rodrigo Hübner Mendes, fundador do Instituto Rodrigo Mendes e de Paul Lynch, professor associado em Educação Inclusiva da Universidade de Birmingham . O segundo painel, “Atletas paralímpicos na mídia” reuniu jornalistas para debater como a deficiência física vem sendo abordada pelos meios de comunicação. 

Após o evento, os professores Klaus Schlünzen Junior, coordenador do NEaD/Unesp e Elisa Tomoe Moriya Schlünzen, especialista em educação inclusiva do núcleo, reuniram-se com o professor Paul Lynch para discutir a realização de pesquisas colaborativamente. Também esteve presente no encontro a coordenadora de projetos Patricia Gasparini Spadaro,  da Assessoria de Relações Externas da Unesp.

Estiveram em pauta a Tecnologia Assistiva e a Educação Híbrida como meios de inclusão. Lynch compartilhou a experiência do Reino Unido em necessidades educativas especiais e políticas públicas para pessoas com deficiência. “Precisamos pensar sobre as aspirações das crianças pequenas e jovens e nutri-las na escola”, afirma. Os professores do NEaD expuseram sua experiência no uso de tecnologias educacionais para prover acesso à educação de qualidade para o público-alvo da educação especial. “Nos preocupamos também em formar professores em práticas pedagógicas inclusivas e no uso de técnicas de audiodescrição e libras, que tornam o conteúdo educacional acessível”,  explica o coordenador do núcleo. 

 

                    Dando continuidade ao programa de inovações no Ensino Superior na Universidade Estadual Paulista (Unesp), as Pró-Reitorias de Graduação e de Pós-Graduação, em parceria com o Núcleo de Educação a Distância (NEaD), oferecem aos docentes e pós-graduandos novas oportunidades de adquirirem e/ou desenvolverem habilidades em metodologias e tecnologias educacionais. Dois cursos são oferecidos neste momento, com conteúdos voltados para a formação no emprego das tecnologias educacionais associadas a práticas de ensino e métodos de avaliação da aprendizagem inovadores. 

                   Oferecidos no formato MOOC (Massive Online Open Course), totalmente a distância, os cursos atendem também a comissão de acessibilidade.  Os temas são: “Práticas pedagógicas inovadoras no ensino superior com tecnologias educacionais: estratégia de desenvolvimento de projetos, PBL e outras metodologias ativas” e “A avaliação da aprendizagem no ensino superior e as tecnologias educacionais”. Cada curso tem carga horária de 100 horas. 

                   As atividades online englobam leitura de material didático preparado pelos professores da universidade, bem como da bibliografia indicada; fóruns de discussão mediados por tutores e exercícios práticos e avaliativos sobre os conteúdos ministrados, sempre comentados. Serão organizadas comunidades de prática nas áreas de conhecimento de cada curso, entre elas uma rede de professores envolvidos no diálogo sobre práticas pedagógicas atualizadas para adequarem-se ao novo contexto social e escolar, no qual as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação alteram as relações entre sujeitos e entre professores e estudantes. 

                 Os cursos e as comunidades visam mostrar que as tecnologias em si não são a solução para os problemas educacionais. Elas são catalisadoras de mudanças que englobam as práticas pedagógicas, o currículo, a avaliação, o papel de professores e alunos e o uso propriamente dessas tecnologias. O cenário educacional contemporâneo, em um mundo tecnológico que aumentou e potencializou as formas de comunicação e de recepção da informação, demanda uma aprendizagem ativa. Ensino e aprendizagem não devem ser tratados como sinônimos, mas sim como processos complementares em que a ação do aprendiz é fundamental.

                Os inscritos que participarem dos cursos e forem aprovados receberão certificado de conclusão pelas Pró-Reitorias de Graduação e de Pós-Graduação, construindo importantes conhecimentos para o seu fazer pedagógico e para o processo de inclusão no ensino superior. 

 

As inscrições encontram-se abertas, com encerramento previsto para 07/10/2016

Cursos: 

Práticas pedagógicas inovadoras no ensino superior com tecnologias educacionais: estratégia de desenvolvimento de projetos, PBL e outras metodologias ativas

Inscrições: http://edutec.unesp.br/cursosnead/paginas_n/curso_ver.php?idc=32

A avaliação da aprendizagem no ensino superior e as tecnologias educacionais

Inscrições: http://edutec.unesp.br/cursosnead/paginas_n/curso_ver.php?idc=46

Público-alvo: Comunidade Unesp (professores e estudantes)

Carga horária: 100 horas

Observação: Para cada curso, estão reservadas 20 vagas para egressos da Unesp e 10 vagas para público externo. Serão consideradas as primeiras pessoas a se inscreverem. 

 

 

             Atenção interessados em expandir conhecimentos sobre modernas tecnologias educacionais: a Universidade Estadual Paulista (Unesp) está com inscrições abertas para um curso a distância sobre a plataforma Moodle. Desenvolvido e disponibilizado por especialistas do Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da universidade, o curso é gratuito e visa demonstrar os caminhos para a implementação e uso das ferramentas desta plataforma educacional. É um conhecimento essencial para profissionais de tecnologia da informação e extremamente útil para educadores. O curso pode ser acessado pelo endereço http://unespaberta.ead.unesp.br/index.php/exatas-2/item/1936-ava-moodle

               O curso AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) Moodle é mais uma ação da Unesp Aberta, que disponibiliza cursos livres online nas áreas de Humanas, Exatas e Biológicas.  Para comemorar os atuais 200 mil inscritos, a Unesp avança no sentido de oferecer uma nova versão do curso, atualizada e com um diferencial: haverá certificação pela Fundação para o Desenvolvimento da Unesp (Fundunesp). Este é o primeiro curso da Unesp Aberta a fornecer certificado. Com carga horária de 100 horas, o curso será ofertado no formato MOOC (sigla proveniente do inglês Massive Open Online Courses, isto é, Cursos Online Abertos e Massivos). Receberá o certificado o cursista que fizer todo o curso e atividades propostas. 

              “Por ser gratuita e com código aberto, essa é uma ferramenta acessível a instituições, disciplinas e professores que queiram ingressar na educação online ou mesmo criar um ambiente de apoio às aulas presenciais”, explica o professor Klaus Schlünzen Junior, coordenador do NEaD/Unesp e livre-docente em informática e educação. “O objetivo desse curso é oferecer conhecimento teórico sobre o Moodle 3.0, com orientações e tutoriais que auxiliarão os interessados na sua implementação”, comenta o analista estatístico Erik Rafael Alves Ferreira, professor autor do curso. “Em quatro módulos, demonstraremos as configurações gerais, personalizações, principais ferramentas e como realizar o backup de todo o ambiente”, detalha Fabiana Aparecida Rodrigues, formada em Processamento de Dados e especialista em Gestão de EaD, também professora autora do curso.  “O próprio curso é oferecido por meio da plataforma Moodle, permitindo a familiarização do cursista, que poderá usufruir dos recursos disponíveis como aluno”, completa Soellyn Elene Bataliotti, designer educacional do curso. 

 

 

Curso: AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) Moodle

Carga horária: 100 horas

Acesse: http://unespaberta.ead.unesp.br/index.php/exatas-2/item/1936-ava-moodle

             

A áudio-descrição é um recurso de acessibilidade fundamental para a compreensão do conteúdo imagético em sala de aula, contribuindo para o empoderamento de pessoas com deficiência visual. No entanto, no Brasil, a áudio-descrição ainda é pouco utilizada para este fim, tanto no ensino básico quanto no superior.  O emprego desta técnica de tradução audiovisual, que transforma imagens dinâmicas e estáticas em palavras, é relativamente novo no país, com início nos anos 2000. Para comparação, em países como os Estados Unidos, Inglaterra, Japão e França, as atividades de áudio-descrição começaram na década de 80. E o enfoque dado nessas primeiras décadas foi para a tradução do universo cultural, deixando em segundo plano o educacional. 

Para mudar este cenário, é preciso investir na formação de professores. Atualmente, as matrizes curriculares das graduações em Licenciatura não incluem a áudio-descrição como disciplina, situação que delega ao graduando a responsabilidade de procurar, por conta própria, cursos extracurriculares sobre o assunto. Hoje, há escassez de profissionais qualificados para realizar esse trabalho em sala de aula, limitando a compreensão, por alunos com deficiência visual, de vídeos, gráficos, imagens, apresentações e mesmo do ambiente escolar. “Outros estudantes, como pessoas com dislexia, deficiência intelectual e dificuldades de aprendizagem, também se beneficiariam da técnica”, lembra a professora Elisa Tomoe Moriya Schlünzen, especialista em educação inclusiva do Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da Universidade Estadual Paulista (Unesp). 

O NEaD/Unesp contribui para a mudança desse panorama ao oferecer um curso totalmente a distância sobre áudio-descrição, com enfoque nos dois contextos, cultural e educacional. Com quatro turmas em andamento, contando com a participação de professores, o curso está com inscrições abertas para a quinta turma, que tem início previsto para o próximo dia 7 de setembro.  

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A professora de Pedagogia Juliana Dalbem Omodei está fazendo o curso para aprimorar as suas aulas em uma disciplina que aborda a inclusão de estudantes com deficiência na educação básica. “É um mundo novo que se abre para mim e certamente o que aprendo vai refletir na formação de meus alunos”, afirma. Para Omodei, é inaceitável um curso de formação de professores deixar de ensinar uma ferramenta tão importante. “Acredito que fatores impeditivos sejam a necessidade de reorganização da matriz curricular dos cursos de Licenciatura e a falta de pessoas qualificadas para ministrar as aulas. Porém, vejo a possibilidade de oferecer a audiodescrição dentro de disciplinas relacionadas à inclusão. É justamente isso que pretendo fazer”.  A pedagoga Danielle Aparecida do Nascimento dos Santos, que também faz o curso de áudio-descrição, concorda: “Por meio das disciplinas de Educação Especial e Inclusiva se pode trabalhar o braille, soroban e a áudio-descrição”.

Professora universitária, Danielle está vivendo um grande desafio. “Na disciplina de Libras da Unesp, tem um aluno cego. Para que ele possa se sentir incluído nas minhas aulas, estou elaborando descrição oral de todos os sinais, além de ajudá-lo a executar esses sinais de maneira detalhada. E ele o faz super bem, ou seja, não é porque é cego que não pode se comunicar com uma língua visual.  Além disso, os alunos que não são cegos estão gostando da ênfase que eu dou na descrição oral do movimento que deve ser feito para executar os sinais”. 

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Usada como instrumento de mediação, a áudio-descrição possibilita uma participação mais completa da criança nas múltiplas tarefas escolares, colaborando para que façam inferências, deduções e cheguem a conclusões”, defende Elaine Samora Carvalho e França, professora do Atendimento Educacional Especializado (AEE) da rede Municipal de Araçatuba. “Com a inclusão escolar, o professor precisa se apropriar de recursos de acessibilidade e de ferramentas pedagógicas que ajudem na remoção das barreiras comunicacionais na escola”, explica Carvalho e França, que também atua como orientadora pedagógica da Educação Especial, na Secretaria Municipal de Educação da cidade, e pensa em levar o curso de Audiodescrição da Unesp para as professoras do AEE. 

 

Segundo Ana Julia Perrotti-Garcia, áudio-descritora e professora do curso de Áudio-descrição do NEaD/ Unesp, essa mobilização dos professores é essencial. “As instituições de ensino públicas e privadas devem sensibilizar os professores para que criem aulas mais acessíveis. Também precisam adotar materiais didáticos áudio-descritos e contratar áudio-descritores para acompanhamento dos alunos”. Até o dia 4 de setembro, é possível inscrever-se para o curso Princípios e Técnicas de Áudio-descrição: Aplicabilidade em Contextos Culturais e Educacionais, pelo endereço http://goo.gl/fKQ9Lq.   Totalmente a distância, com tutoria e duração de 18 semanas, o curso de aperfeiçoamento tem carga horária de 180 horas e certificação pela Pró-reitoria de Extensão da Unesp. 

 

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