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Déborah Zaduzki, doutoranda da FCT/Unesp e professores Elisa Tomoe Moriya Schlünzen e Klaus Schlünzen Junior, do NEaD e do Departamento de Estatística da FCT/Unesp
     “Concorremos com as melhores universidades do planeta e fomos reconhecidos. Com todas as dificuldades de nosso país, acredito que fizemos bastante. E vamos em frente, porque ainda há muito a fazer”.  Emocionado, Klaus Schlünzen Junior, coordenador do Núcleo de Educação a Distância (NEaD) e professor do Departamento de Estatística da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Unesp , comemorou o bronze, entre as universidades da América Latina, no prêmio Reimagine Education 2016.
      Organizado pela  University of Pennsylvania, dos Estados Unidos, o prêmio visa identificar as abordagens mais inovadoras no ensino superior para melhorar a aprendizagem e a empregabilidade dos estudantes.  Intitulado Accessibility and Inclusion in Higher Education: Digital Information and Communication Technologies and Assistive Technology, o trabalho premiado descreve as ações do NEaD em conjunto com o  Centro de Promoção de Inclusão Digital, Educacional e Social (CPIDES) da FCT/Unesp.  Ele  detalha as tecnologias empregadas para a construção de ambientes virtuais de aprendizagem acessíveis ao público-alvo da educação especial (pessoas com deficiência visual, auditiva, intelectual ou física; com transtornos globais do desenvolvimento ou com altas habilidades/superdotação). E também as metodologias pedagógicas associadas a essas plataformas educacionais, visando à inclusão e o desenvolvimento de todos os estudantes. 

   “Destacamo-nos em meio a outros excelentes projetos de renomadas instituições, como o Instituto Tecnológico de Monterrey e as universidades de Stanford, Princeton, Berkeley e Johns Hopkins. Estamos no caminho certo e sabemos que temos muito a avançar”, avalia Elisa Tomoe Moriya Schlünzen, especialista em educação inclusiva do NEaD e professora do Departamento de Estatística da FCT/Unesp. 

     Os 120 projetos finalistas foram apresentados nos dias 5 e 6 de dezembro, na Filadélfia, nos Estados Unidos, durante a conferência Reimagine Education 2016. Um grupo internacional de 40 juízes escolheu estas propostas entre, aproximadamente, 600 enviadas para concorrer à premiação.  

A metodologia que se destacou internacionalmente

     O NEaD e o CPIDES trabalham trabalham pela inclusão e acessibilidade mediante a educação presencial, híbrida ou a distância. Para proporcionar um processo de aprendizagem compatível com o estudante do século XXI, ambos associam o uso de Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) a uma abordagem pedagógica Construcionista, Contextualizada e Significativa (metodologia CCS). “As novas tecnologias permitem o estabelecimento de redes de comunicação que podem potencializar as qualidades dos seres humanos e desenvolver suas habilidades e competências”, explica o professor Schlünzen.

     “Estas mesmas tecnologias auxiliam o estudante a aprender por meio do desenvolvimento de um projeto específico, com mediação do professor. Assim, esse estudante constrói o próprio conhecimento, contextualizando-o de acordo com sua realidade e vivenciando a aplicação de conceitos durante a resolução de problemas de seu interesse, o que confere significado à aprendizagem”, completa. Junto à metodologia CSS, está a abordagem Estar Junto Virtual, que evidencia a importância da ação do professor, acompanhando as atividades do estudante, interagindo com ele e auxiliando-o na construção do conhecimento. 

     Quando o objetivo é a inclusão efetiva e o desenvolvimento dos estudantes público-alvo da Educação Especial, soma-se, às estratégias citadas, outro recurso: a Tecnologia Assistiva, presente nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem do NEaD/Unesp. São elas que permitem aos estudantes com deficiência auditiva assistirem aos vídeos educacionais com legendas e Língua Brasileira de Sinais (Libras), enquanto aqueles com deficiência visual podem contar com a audiodescrição  e/ou com ajustes que facilitam a visualização das letras e imagens (no caso de estudantes com visão subnormal). As plataformas educacionais são autoconfiguráveis, possibilitando que o usuário as adapte de acordo com suas necessidades.

      “Em todos os cursos que oferecemos, visamos romper as barreiras causadas pela inadequação de ambientes digitais, materiais didáticos e metodologias pedagógicas”,  enfatiza a professora Elisa Schlünzen. Ela ressalta outra importante missão do núcleo: “nossa meta é expandir essa educação acessível a todo o país, seguindo os princípios do Desenho Universal. Por isso, investimos na formação de professores, oferecendo-lhes conhecimento sobre como ensinar de maneira inclusiva, desde a educação infantil até a superior”. 

Parcerias e resultados 

     O NEaD atua em parceria com o CPIDES da FCT/Unesp, que desen  volve pesquisas e cursos voltados ao monitoramento e formação de estudantes da Educação Especial de diversas faixas etárias, assim como forma professores para o trabalho com esse público-alvo . De 2007 a 2013, houve a formação de 5832 professores de 25 estados brasileiros, em nível de aperfeiçoamento, por meio de seis edições do curso Tecnologia Assistiva, Projetos e Acessibilidade: promovendo a inclusão. 

     Juntamente com a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), o NEaD formou 992 professores na primeira edição do Curso de Graduação Semipresencial em Pedagogia. No momento, a segunda edição do curso está em andamento, em uma realização conjunta com a Universidade Aberta do Brasil. Em 2017, haverá a terceira edição. 

     Através da Rede São Paulo de Formação Docente (Redefor)  da Secretaria de Estado da Educação, o núcleo realizou sete cursos de especialização em Educação Especial e Inclusiva, com  1.600 vagas para professores e gestores do estado. 

     Os resultados não se medem apenas por números, mas por mudanças em políticas públicas decorrentes da colaboração do NEaD com órgãos estaduais e federais, pelo depoimento dos cursistas e pela solicitação de novas parcerias por parte universidades e institutos educacionais.  

 

 

     No último dia 25 de novembro, aconteceu a entrega do Prêmio Interamericano de Inovações Educativas no Ensino Superior, durante a XXXVI Assembleia Geral da Organização Universitária Interamericana (OUI), realizada na Universidad de Guadalajara, no México. O Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) destacou-se por suas práticas pedagógicas inovadoras e inclusivas, detalhadas no projeto “Acessibilidade e Inclusão no Ensino Superior: Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação e Tecnologia Assistiva”. O projeto foi um dos 11 considerados mais relevantes, entre os 61 apresentados à OUI para concorrer ao prêmio.

                O NEaD/Unesp recebeu menção honrosa, juntamente com outras 7 universidades do México, Costa Rica, Argentina, Bolívia, Chile e Panamá. Somam-se a esses projetos outros três premiados com medalha de ouro  (Université de Montreal – Canadá), prata (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - Brasil) e bronze (Benemérita Universidad Autónoma de Puebla  - México). 

A premiação foi criada para reconhecer as experiências de sucesso das instituições de ensino superior membros da    OUI, relacionadas a inovações educativas e de gestão. As práticas submetidas ao prêmio deveriam estar vigentes, com mais de dois anos de aplicação, bem como apresentar resultados parciais com demonstração de impacto.

 Os professores Klaus Schlünzen Junior, coordenador do NEaD/Unesp, e Elisa Tomoe Moriya Schlünzen, especialista em educação inclusiva, receberam a menção honrosa das mãos do Dr. David Julien, secretário-geral executivo da OUI.  “Este prêmio representa o reconhecimento de um esforço muito grande de toda uma equipe na busca por uma sociedade mais inclusiva”, afirmou o professor.  “Indica também que a Unesp tem um potencial muito grande de transformação e inovação no ensino, além de um papel social cada vez mais representativo em âmbito nacional e internacional”, completou

 Durante a cerimônia, foi lançado o livro Innovación Interamericana en Educación Superior, com artigos de interesse sobre a temática, escritos por especialistas internacionais, além das propostas detalhadas dos premiados. 

 

Professores Klaus Schlünzen Junior, coordenador do NEaD/Unesp, e Elisa Tomoe Moriya Schlünzen, especialista em educação inclusiva, recebem a menção honrosa das mãos do Dr. David Julien, secretário-geral executivo da OUI

 Acesse o livro Innovación Interamericana en Educación Superior

 Saiba mais: 

05/julho/2016 - Homenagem reconhece a excelência das ações do NEaD para tornar o Ensino Superior acessível 

Site da OUI -  Entrega do Prêmio Mein e apresentação do livro sobre práticas inovadoras

 

Neste mês de novembro, o caderno Fórum, suplemento do Jornal da Unesp, aborda o tema Inclusão na Educação Superior. Com conteúdo proposto e desenvolvido pelo Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da Unesp, a edição traz três artigos assinados por professores e especialistas das áreas da Educação e Inclusão. Os textos expõem a importância da formação de professores para fomentar uma cultura de inclusão; a técnica de audiodescrição como recurso de acessibilidade aos conteúdos educacionais para pessoas com deficiência visual; e as principais ações desenvolvidas pela Unesp para dar acesso e condições de permanência a todos os estudantes da universidade.

A publicação apresenta, também, uma entrevista com o especialista em educação especial, David Rodrigues. Titular da Universidade de Lisboa, o professor destaca os principais aspectos de uma universidade inclusiva, esclarecendo que incluir não significa ser paternalista e permitir que os alunos “passem de qualquer jeito”.

 

O caderno Fórum sobre Educação Inclusiva no Ensino Superior pode ser acessado pelo endereço https://goo.gl/eRjr33

      O Núcleo de Educação a Distância (NEaD) e o Centro de Promoção de Inclusão Digital, Educacional e Social (CPIDES) da Faculdade de Ciência e Tecnologia (FCT) da Unesp são finalistas do prêmio Reimagine Education 2016, organizado pela  University of Pennsylvania, dos Estados Unidos, por meio da Wharton School e Penn Graduate School of Education (respectivamente,  a Faculdade de Negócios e a Faculdade de Educação da referida universidade). Criado em 2014, o prêmio visa identificar as abordagens mais inovadoras no ensino superior para melhorar a aprendizagem e a empregabilidade dos estudantes.  

      Um grupo internacional de 40 juízes escolheu as 120 melhores práticas de renomadas universidades de todo o mundo, em 14 categorias, entre, aproximadamente, 600 propostas  enviadas para concorrer à premiação.  O trabalho Accessibility and Inclusion in Higher Education: Digital Information and Communication Technologies and Assistive Technology  foi um dos selecionados na categoria Teaching Delivery, que objetiva destacar projetos inovadores no oferecimento de conteúdo, responsáveis por excelente satisfação dos estudantes e/ou melhoria na aprendizagem. O trabalho detalha as atividades do NEaD e do CPIDES/Unesp para fomentar a inclusão das pessoas com deficiência na educação universitária. 

      “Estarmos ao lado de universidades internacionais da mais alta qualidade, a maioria entre as 100 melhores do mundo, nos dá a certeza de que o trabalho realizado na Unesp está no rumo certo, o que é motivo de um orgulho muito grande. Trabalhamos com profissionais competentes e que sonham com uma educação mais humana e inclusiva”, afirma o professor Klaus Schlünzen Junior, coordenador do NEaD, que apresentará a missão, metodologia e os resultados conquistados pelo núcleo durante a conferência Reimagine Education 2016. O evento acontecerá na Filadélfia, nos Estados Unidos, nos próximos dias 5 e 6 de dezembro, quando serão selecionados os vencedores de cada categoria e, entre estes, um vencedor global, o qual receberá 50 mil dólares. 

      Além da premiação, o encontro contará com palestras, painéis e debates sobre diversos temas, como formação de professores, tecnologias educacionais, inteligência artificial, acessibilidade, sustentabilidade, realidade aumentada, realidade virtual e políticas educacionais. 

A metodologia que se destacou internacionalmente

      O NEaD e o CPIDES trabalham trabalham pela inclusão e acessibilidade mediante a educação presencial, híbrida ou a distância. Para proporcionar um processo de aprendizagem compatível com o estudante do século XXI, ambos associam o uso de Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) a uma abordagem pedagógica Construcionista, Contextualizada e Significativa (metodologia CCS). “As novas tecnologias permitem o estabelecimento de redes de comunicação que podem potencializar as qualidades dos seres humanos e desenvolver suas habilidades e competências”, explica Schlünzen. “Estas mesmas tecnologias auxiliam o estudante a aprender por meio do desenvolvimento de um projeto específico, com mediação do professor. Assim, esse estudante constrói o próprio conhecimento, contextualizando-o de acordo com sua realidade e vivenciando a aplicação de conceitos durante a resolução de problemas de seu interesse, o que confere significado à aprendizagem”, completa o professor. Junto à metodologia CSS, está a abordagem Estar Junto Virtual, que evidencia a importância da ação do professor, acompanhando as atividades do estudante, interagindo com ele e auxiliando-o na construção do conhecimento. 

      Quando o objetivo é a inclusão efetiva e o desenvolvimento dos estudantes público-alvo da Educação Especial, soma-se, às estratégias citadas, outro recurso: a Tecnologia Assistiva, presente nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem do NEaD/Unesp. São elas que permitem aos estudantes com deficiência auditiva assistirem aos vídeos educacionais com legendas e Língua Brasileira de Sinais (Libras), enquanto aqueles com deficiência visual podem contar com a audiodescrição  e/ou com ajustes que facilitam a visualização das letras e imagens (no caso de estudantes com visão subnormal). As plataformas educacionais são autoconfiguráveis, possibilitando que o usuário as adapte de acordo com suas necessidades.

       “Em todos os cursos que oferecemos, visamos romper as barreiras causadas pela inadequação de ambientes digitais, materiais didáticos e metodologias pedagógicas”,  enfatiza Elisa Tomoe Moriya Schlünzen,  coordenadora acadêmica e de mídias do NEaD/Unesp. A professora ressalta outra importante missão do núcleo: “nossa meta é expandir essa educação acessível a todo o país, seguindo os princípios do Desenho Universal. Por isso, investimos na formação de professores, oferecendo-lhes conhecimento sobre como ensinar de maneira inclusiva, desde a educação infantil até a superior”. 

Parcerias e resultados 

      O NEaD atua em parceria com o CPIDES da FCT/Unesp, que desenvolve pesquisas e cursos voltados ao monitoramento e formação de estudantes da Educação Especial de diversas faixas etárias, assim como forma professores para o trabalho com esse público-alvo . De 2007 a 2013, houve a formação de 5832 professores de 25 estados brasileiros, em nível de aperfeiçoamento, por meio de seis edições do curso Tecnologia Assistiva, Projetos e Acessibilidade: promovendo a inclusão. 

      Juntamente com a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), o NEaD formou 992 professores na primeira edição do Curso de Graduação Semipresencial em Pedagogia. No momento, a segunda edição do curso está em andamento, em uma realização conjunta com a Universidade Aberta do Brasil. Em 2017, haverá a terceira edição. 

      Através da Rede São Paulo de Formação Docente (Redefor)  da Secretaria de Estado da Educação, o núcleo realizou sete cursos de especialização em Educação Especial e Inclusiva, com  1.600 vagas para professores e gestores do estado. 

      Os resultados não se medem apenas por números, mas por mudanças em políticas públicas decorrentes da colaboração do NEaD com órgãos estaduais e federais, pelo depoimento dos cursistas e pela solicitação de novas parcerias por parte universidades e institutos educacionais.  

 

Notícias que referendam o trabalho: 

Cursistas avaliam positivamente estágio da Especialização em Educação Especial da Unesp

Audiodescrição: professores contam suas experiências em sala de aula

"Tenho nova motivação para lutar por uma educação inclusiva"

Revista Científica publica trabalho acadêmico realizado durante curso oferecido pela Unesp 

 

O artigo “Recursos da linguagem teatral como estratégia de ensino para estudantes com deficiência visual” está publicado na última edição da revista científica Polyphonía, periódico semestral do Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada à Educação da Universidade Federal de Goiás. De autoria de Willian Dias dos Santos, professor de Arte na Educação Básica da Secretaria Estadual de Educação (SEE) de São Paulo, o texto é resultado de um trabalho acadêmico elaborado durante o curso semipresencial Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva, uma iniciativa da Rede São Paulo de Formação Docente (Redefor) da SEE-SP, em parceria com o Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp). 

Para analisar a contribuição das práticas de ensino de teatro, Santos realizou uma pesquisa qualitativa, em uma escola do interior paulista, com a participação de uma aluna com deficiência visual do 2° ano do Ensino Fundamental. O artigo descreve as atividades desenvolvidas nas aulas e as adaptações que foram necessárias para incluir a estudante, proporcionando a aquisição de habilidades e competências esperadas de todos os alunos e também específicas, relacionadas à sua condição. “Apliquei exercícios e jogos teatrais que visavam concentração, ritmo e percepções corporais. E mediei o protagonismo da aluna, objetivando sua autoconfiança e percepção de espaço”, explica o professor. 

Santos ressalta a importância de observar as necessidades de estudantes público-alvo da educação especial. “Percebi que a aluna não conseguia chegar sozinha, após o intervalo, da porta da sala até sua mesa. Com conversas descontraídas, estimulei-a a investigar o ambiente”. O professor lembra que jogos teatrais trabalham a memorização e percepção de limites de espaço, ambos importantes para a estudante. 

Outra ação foi tornar as atividades feitas em classe atrativas para a aluna. “Na aula de cores, trabalhei com a narração das sensações. Ou seja, vermelho remete-se a algo quente, azul à tranquilidade, amarelo à riqueza... Quando foram transmitidos vídeos de espetáculos de dança e contos de fadas, tive a preocupação de explicar com detalhes o que seria de difícil compreensão para ela”. 

O professor conta que o curso sobre Educação Inclusiva contribuiu muito para sua formação e percurso docente. “A especialização foi uma oportunidade que todos os professores, de qualquer área do conhecimento, deveriam ter. O curso contribuiu para eu enxergar o público da educação especial com um olhar desmistificado em relação aos dilemas e os desafios que nós, professores, lidamos em nosso cotidiano”. Santos conclui enfatizando que a chave fundamental para a profissão é o amor, um tema que foi muito discutido nos encontros presenciais do curso. “Nas mais variadas circunstâncias que a vida possibilitou-me experimentar, nunca me faltou coragem, perseverança e paixão, principalmente junto à profissão, e nela tenho a satisfação de aventurar-me sempre”.

Leia o artigo na íntegra: https://www.revistas.ufg.br/sv/article/view/43454

 

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