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      Está aberta a chamada para a submissão de artigos científicos e textos para o segundo número da InFor – Inovação e Formação – Revista do Núcleo de Educação a Distância (NEaD)  da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Os autores interessados devem acessar a revista pela Internet, criar um cadastro e enviar o material para avaliação até o dia 15 de outubro de 2016.

     A publicação semestral tem o objetivo de realizar a divulgação acadêmico-científica de pesquisas e trabalhos relacionados aos temas Tecnologia, Inovação, Inclusão e Formação. Entre os assuntos abordados no primeiro volume, estão os direitos da pessoa com deficiência à educação inclusiva, especialização para docentes em educação tecnológica, produção de materiais didáticos digitais audiodescritos, experiências de tutoria e ação pedagógica na educação a distância, inclusão social e digital na educação de jovens e adultos e aprendizagem significativa na perspectiva da educação inclusiva. 

    São aceitos artigos científicos originais e inéditos (preferencialmente não avaliados para publicação por outra revista), bem como textos de elevada qualidade apresentados em eventos reconhecidos, em português, inglês e espanhol. Podem ser publicados anais de eventos relacionados à temática citada. A página destinada às submissões online contém as diretrizes para autores, condições para submissão, informações sobre direitos autorais e a política de privacidade. Os artigos serão avaliados por pareceristas colaboradores da InFor, especialistas nas áreas de conhecimento dos temas abordados. 

   Todos os textos publicados são disponibilizados para acesso pela web ou para download, sob licença Creative Commons (CC BY-NC-ND 4.0), que permite a cópia e redistribuição, desde que sejam dados os devidos créditos, não haja remixagem ou transformação do material e não ocorra uso para fins comerciais. Seguindo o propósito do NEaD/Unesp de incentivar e expandir a educação inclusiva, os artigos completos e seus resumos são acompanhados de áudios, o que os torna acessíveis para pessoas com deficiência visual. 

   Em julho deste ano, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia concedeu ao periódico o código ISSN - International Standard Serial Number (ISSN 2525-3476), garantindo aos autores o fiel registro da publicação em seus currículos na Plataforma Lattes, além de comprovação de desempenho acadêmico.

 

Há uma crescente demanda por profissionais formados em audiodescrição, técnica de tradução de imagens estáticas ou dinâmicas que permite às pessoas com deficiência visual compreenderem melhor as obras culturais e educacionais.  Atualmente, esses profissionais são provenientes de diferentes áreas do conhecimento. Trata-se de professores de literatura, tradutores, atores, psicólogos, médicos, dubladores, jornalistas, fonoaudiólogos e bibliotecários, entre outros. 
 
Consultor em audiodescrição Uilian O audiodescritor pode ser roteirista, locutor ou consultor. O roteirista traduz as imagens para palavras, criando um roteiro estruturado, considerando o tempo de cada locução e o espaço onde deve ser inserida (seja ao vivo ou gravada). Considerada também como uma tradução intersemiótica e audiovisual, a audiodescrição concretiza-se por meio da locução. O audiodescritor-locutor deve usar a entonação e velocidade mais adequadas para a compreensão. 
 
O consultor é uma pessoa com deficiência visual, responsável por avaliar a qualidade do roteiro e sugerir alternativas, quando necessário. Para tanto, ele precisa ter domínio das técnicas da audiodescrição, bem como conhecer a linguagem do objeto a ser audiodescrito. Sendo assim, como os demais profissionais que trabalham com audiodescrição, o consultor necessita de formação específica. “Não basta a experiência empírica, como consumidor de audiodescrição”, ressalta a professora Ana Julia Perrotti-Garcia, autora do curso da Unesp. “É preciso conhecer os princípios da audiodescrição e aperfeiçoar-se constantemente”. Perrotti-Garcia destaca que há algumas características fundamentais para um consultor: “é preciso ter sensibilidade para perceber os aspectos essenciais da narrativa, ser objetivo, dominar a língua que será utilizada para a elaboração da audiodescrição. Um bom nível de conhecimentos gerais e familiaridade com os temas abordados é um diferencial importante”. 
 
O público-alvo da audiodescrição é heterogêneo e envolve diferentes graus de deficiência visual, além de pessoas que nasceram cegas e aquelas que ficaram cegas em uma determinada fase da vida. O consultor deve estar apto a ajudar na elaboração de um produto que atenda ao maior público possível dentro desse universo, inserindo alguns elementos destinados a perfis específicos.  
 
Consultor em audiodescrição Uilian VigetinAo ouvir o produto audiodescrito, o consultor analisa a compreensão da mensagem, levando em conta o vocabulário, o tom e o volume da voz do locutor. De acordo com Uilian Vigetin, consultor em acessibilidade e audiodescrição do NEaD/Unesp, esse trabalho evita descrições cansativas, tornando-as mais fluidas e aproximando-as da realidade do público-alvo. “A parceria entre o audiodescritor roterista e o consultor em audiodescrição colabora para o controle de qualidade do produto, ao somar diferentes pontos de vista”. 
 
Audiodescrição e legislação
 
O governo brasileiro está, gradativamente, reconhecendo a importância da audiodescrição como tecnologia assistiva que pode incluir e empoderar pessoas com deficiência visual. Em 2010, o Ministério das Comunicações, por meio da Portaria nº 188/2010, determinou uma carga horária mínima para o emprego do recurso de audiodescrição em serviços de radiodifusão de sons e imagens e de retransmissão de televisão. Fixada em um mínimo de duas horas semanais no prazo de um ano após a vigência da portaria, essa carga cresce progressivamente até um mínimo de 20 horas semanais após 10 anos. O documento também redefine a técnica como “a narração, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições de sons e elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão desta por pessoas com deficiência visual e intelectual”. 
 
Dois anos depois, o Projeto de Lei no 4.248/2012 alterou a Lei nº 10.098/2000 (Direitos da Pessoa com Deficiência) e determinou que os  filmes  distribuídos  no país disponham dos recursos  de audiodescrição e legenda. No ano seguinte, a profissão de audiodescritor foi regulamentada pelo projeto de Lei 5156/2013, que definiu suas funções. Nesse mesmo ano, a profissão foi inserida pelo Ministério do Trabalho na Classificação Brasileira de Ocupações.  
 
Em 2015, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (nº 13.146/2015) afirmou, em seu Artigo 67, que “os serviços de radiodifusão de sons e imagens devem permitir o uso de audiodescrição”. Já o Artigo 68 determina que o poder público deve adotar mecanismos de incentivo à produção,  edição,  difusão,  distribuição e comercialização de livros em formatos acessíveis.
 
Curso de Audiodescrição
 
Diante deste cenário, o Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) está com inscrições abertas para a formação da quinta turma do Curso Princípios e Técnicas de Audiodescrição: Aplicabilidade em Contextos Culturais e Educacionais. Totalmente a distância, com tutoria e duração de 18 semanas, o curso de aperfeiçoamento tem carga horária de 180 horas e certificação pela Pró-reitoria de Extensão da Unesp. O início está previsto para o dia 7 de setembro de 2016. As inscrições podem ser feitas até o dia 04/09/2016 no endereço http://goo.gl/fKQ9Lq.
 
 
O conteúdo Programático foi dividido em sete módulos:
Módulo I (20h): Conceitos e Terminologias;
Módulo II (10h): Histórico da Audiodescrição e Legislação;
Módulo III (20h): Modelos de Audiodescrição;
Módulo IV (30h): Princípios Práticos da Audiodescrição;
Módulo V (40h): Audiodescrição aplicada a contextos culturais;
Módulo VI (40h): Audiodescrição aplicada a contextos educacionais;
Módulo VII (20h): Profissão do Audiodescritor e do Consultor em Audiodescrição. 
 
 
 
 
        A técnica de audiodescrição consiste na narração clara e objetiva de todas as informações captadas visualmente, sejam imagens estáticas ou dinâmicas. Além das pessoas com deficiência visual, a audiodescrição beneficia aqueles que possuem dificuldade de aprendizagem, dislexia, déficit de atenção e deficiência intelectual, possibilitando que compreendam melhor o conteúdo da mídia na qual as imagens se inserem.
 
      A profissão de audiodescritor é reconhecida pelo Ministério do Trabalho desde 2013, quando houve a atualização da Classificação Brasileira de Ocupações. É uma nova área que tem atraído profissionais com as mais diversas formações que, em meio à maior demanda por educação e cultura inclusivas, vêem uma oportunidade de especialização e geração de renda. 
 
         Tendo em vista este panorama e a necessidade de inclusão social, o Núcleo de Educação a Distância (NeaD) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) oferece o curso de aperfeiçoamento Princípios e Técnicas da Audiodescrição: Aplicabilidade em Contextos Culturais Educacionais. 
 
          Com início no próximo dia 27 de julho e três turmas formadas, o curso é destinado a educadores, jornalistas, tradutores, profissionais que atuam com acessibilidade, produtores de vídeo, consultores com deficiência visual e demais pessoas interessadas em seguir essa profissão. Estão abertas as inscrições para a quarta turma. Os interessados devem acessar o endereço http://goo.gl/fKQ9Lq e efetivar o pagamento até o dia 26/07/2016. O investimento é de seis parcelas de R$ 100,00. 
 
        „A audiodescrição pode ser considerada uma modalidade de tradução intersemiótica, ou  seja, de um signo para outro, no caso, da linguagem visual para a verbal. A narrativa deve ser detalhada, sem concorrer com outros elementos sonoros que possam existir junto às imagens, como em vídeos educacionais e filmes“, explica a professora Ana Julia Perrotti-Garcia,  audiodescritora e docente colaboradora do curso. 
 
        Serão 180 horas de estudo, divididas em 18 semanas. Entre os temas abordados, estão: o conceito, o histórico e os modelos de audiodescrição; o trabalho e a profissão de audiodescritor e de consultor; as técnicas de aplicação ao vivo (espetáculos), em imagens estáticas (desenhos, charges, tirinhas, fotografia, gráficos, mapas, tabelas, fórmulas, diagramas, esquemas), em imagens dinâmicas (videoaulas, documentários, curtas, comerciais, filmes) e em jogos e objetos educacionais. Os participantes realizarão atividades que objetivam o desenvolvimento de habilidades como audiodescritores e como consultores.  
 
       O próprio curso, totalmente a distância, é um exemplo de acessibilidade, já que os materiais didáticos  possuem recursos de audiodescrição e o ambiente virtual de aprendizagem na Internet (desenvolvido com a plataforma Moodle) é acessível. Assim, pessoas com deficiência visual que utilizam o leitor de tela NVDA e o navegador de Internet Firefox Mozilla podem participar com autonomia, profissionalizando-se e, posteriormente, tendo a oportunidade de trabalhar em parceria com  outros audiodescritores, enriquecendo os processos inclusivos educacionais e culturais. Além do conhecimento técnico adquirido com o curso, a pessoa cega pode colaborar com sua própria experiência como usuária do recurso de audiodescrição. 
 
     O progresso de cada estudante será acompanhado por tutores que, seguindo a abordagem do Estar Junto Virtual, promoverão a aprendizagem por meio da  reflexão, de novos desafios e do constante feedback“ , enfatiza o professor Klaus Schlunzen Junior, coordenador do NeaD/Unesp. Por ser realizado a distância, o curso permite flexibilidade no estudo, em relação ao horário e local. Em cada módulo, o cursista terá entre uma e duas semanas para  organizar-se, dentro do seu tempo disponível, para fazer a leitura dos textos, assistir aos vídeos disponibilizados, cumprir as tarefas previstas e interagir com os tutores e os demais colegas da turma. Todas as dúvidas e atividades serão respondidas, acompanhadas e avaliadas por profissionais formados em audiodescrição.
 
 
Serviço: 
Curso: Princípios e Técnicas da Audiodescrição: Aplicabilidade em Contextos Cuturais Educacionais
Organizador: Núcleo de Educação a Distância (NeaD) da UNESP
Inscrições: até 15h do dia 26 de julho de 2016, pelo endereço http://goo.gl/fKQ9Lq 
Investimento: seis (6) parcelas de R$ 100,00 
Início das atividades: 27 de julho de 2016
Outras Informações: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Observação: Ao realizar a inscrição e efetivar o pagamento, o cursista receberá uma mensagem por e-mail informando o login e senha de acesso ao ambiente virtual de aprendizagem (a sua sala de aula na Internet). 
 
Docente responsável: Professora Elisa Tomoe Moriya Schlünzen,  Livre-Docente em Formação de Professores para uma Escola Digital e Inclusiva pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
Docente colaboradora: Professora Ana Julia Perrotti-Garcia,  audiodescritora, tradutora e intérprete, com mestrado em Linguística Aplicada (PUC -SP) e doutorado em Língua e Literatura Inglesa (USP)

 

 

Habilidades desenvolvidas por esses profissionais em sua formação e prática são essenciais para a técnica de audiodescrever

Tradutores e intérpretes podem aproveitar estratégias já empregadas em sua profissão para audiodescrever cenas de filmes, espetáculos teatrais, festivais de música e outros eventos e materiais culturais e educacionais (com imagens dinâmicas ou estáticas). Tanto para traduzir quanto para audiodescrever, são necessárias habilidades como capacidade de síntese, boa escrita e respeito ao texto de partida, já adquiridas por esses profissionais. No entanto, a audiodescrição exige também o desenvolvimento de competências específicas baseadas no conhecimento da técnica, como atenção aos detalhes, noções sobre o público-alvo, entendimento dos objetivos do processo e de especificidades relacionadas aos princípios de relevância, imparcialidade e objetividade. 

Tais conhecimentos e métodos serão ensinados no curso de aperfeiçoamento Princípios e Técnicas da Audiodescrição: Aplicabilidade em Contextos Culturais e Educacionais. Totalmente a distância, o curso é organizado e gerenciado pelo Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Os interessados devem acessar o endereço http://goo.gl/fKQ9Lq para realizar sua inscrição, até o próximo dia 26 de julho. 

A técnica de audiodescrição consiste na narração clara e objetiva de todas as informações captadas visualmente.  Além das pessoas com deficiência visual, a audiodescrição beneficia aqueles que possuem dificuldade de aprendizagem, dislexia, déficit de atenção e deficiência intelectual, possibilitando que compreendam melhor o conteúdo da mídia na qual as imagens se inserem.

“A profissão de audiodescritor é uma nova área que tem atraído profissionais com as mais diversas formações, entre eles os tradutores. Em meio à maior demanda por educação e cultura inclusivas, a audiodescrição é vista como uma oportunidade de especialização e geração de renda”, explica a professora Ana Julia Perrotti-Garcia, autora do curso. “É uma modalidade de tradução audiovisual e intersemiótica muito enriquecedora”, completa Perrotti-Garcia, que também é tradutora e audiodescritora. 

De acordo com o linguista russo Roman Osipovich Jakobson (1896 -1982), a tradução intersemiótica é a interpretação de um sistema de signos para outro, nesse caso, da linguagem visual para a verbal.  Os outros tipos de tradução definidos pelo estudioso também podem estar presentes na audiodescrição:  a intralingual, se o produto a ser audiodescrito estiver em língua estrangeira; e a interlingual, se houver necessidade de explicação de algum conceito. 

O curso de Audiodescrição abrangerá 180 horas de estudo, divididas em 18 semanas. Entre os temas abordados, estão: o conceito, o histórico e os modelos de audiodescrição; o trabalho e a profissão de audiodescritor e do consultor com deficiência visual; as técnicas de aplicação ao vivo (espetáculos), em imagens estáticas (desenhos, charges, tirinhas, fotografia, gráficos, mapas, tabelas, fórmulas, diagramas, esquemas), em imagens dinâmicas (videoaulas, documentários, curtas, comerciais, filmes) e em jogos e objetos educacionais. Os participantes realizarão atividades que objetivam o desenvolvimento de habilidades como audiodescritores e como consultores.  

O progresso de cada estudante será acompanhado por tutores que, seguindo a abordagem do Estar Junto Virtual, promoverão a aprendizagem por meio da reflexão, de novos desafios e do constante feedback“, enfatiza o professor Klaus Schlünzen Junior, coordenador do NeaD/Unesp. Por ser realizado a distância, o curso permite flexibilidade no estudo, em relação ao horário e local. Em cada módulo, o cursista terá entre uma e duas semanas para  organizar-se, dentro do seu tempo disponível, para fazer a leitura dos textos, assistir aos vídeos disponibilizados, cumprir as tarefas previstas e interagir com os tutores e os demais colegas da turma. Todas as dúvidas e atividades serão respondidas, acompanhadas e avaliadas por profissionais formados em audiodescrição.

Curso: Princípios e Técnicas da Audiodescrição: Aplicabilidade em Contextos Culturais e Educacionais

Organizador: Núcleo de Educação a Distância (NeaD) da UNESP

Inscrições: até 15h do dia 26 de julho de 2016, pelo endereço http://goo.gl/fKQ9Lq 

Investimento: seis (6) parcelas de R$ 100,00 

Início das atividades: 27 de julho de 2016

Outras informações: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Observação: Ao realizar a inscrição e efetivar o pagamento, o cursista receberá uma mensagem por e-mail informando o login e senha de acesso ao ambiente virtual de aprendizagem (a sua sala de aula na Internet)

Docente responsável: Professora Elisa Tomoe Moriya Schlünzen, Livre-Docente em Formação de Professores para uma Escola Digital e Inclusiva pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

Docente colaboradora: Professora Ana Julia Perrotti-Garcia, audiodescritora, tradutora e intérprete, com mestrado em Linguística Aplicada (PUC -SP) e doutorado em Língua e Literatura Inglesa (USP)

Professor da rede municipal de educação básica relata o seu crescimento e desenvolvimento profissional por meio do Curso de Especialização em Educação Especial, oferecido pela prefeitura de São Paulo em parceria com a UNESP

Desde março deste ano, 180 profissionais da área da educação participam do Curso de Especialização em Educação Especial com ênfase em Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD).  Professores e gestores aprendem sobre políticas públicas, etiologia (origens) das AH/SD, biotipologia (classificação biopsicológica), escolarização e avaliação das competências e necessidades desses estudantes, a arte como potencializadora da criatividade, o ensino colaborativo e planejamento de ensino. Semipresencial, o curso é resultado de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo e a Universidade Estadual de São Paulo – UNESP (por meio da Pró-Reitoria de Pós-graduação, do Núcleo de Educação a Distância - NEaD e da Fundunesp ).

  "Recomendo o curso a todos os educadores que se preocupam e se interessam pela educação inclusiva".            

                                                                             Deusdete da Silva, professor de História                                

O professor Deusdete posa para foto

No último encontro presencial, dia 25 de junho, na sede do NEaD, os cursistas presentes tiveram a oportunidade de trocar ideias entre si e com os profissionais responsáveis pelo curso.  Entre os presentes, estava Deusdete da Silva, professor da disciplina de História para os ensinos fundamental II e médio da Escola Municipal Prefeito Wladimir de Toledo Piza, situada na Zona Leste da capital paulista. Ele agradeceu a dedicação das tutoras, das professoras e da direção do curso, bem como a oportunidade de aprender para contribuir com a sociedade. Em e-mail enviado ao NEaD, o professor reforçou suas afirmações e contou como tem sido sua experiência

“O curso de Altas Habilidades / Superdotação tem contribuído para o meu crescimento. Como professor dos ensinos Fundamental II e Médio, sentia a necessidade de adquirir conhecimentos e habilidades para atender de forma adequada os alunos que precisam desse trabalho diferenciado. O curso tem me ajudado a perceber de forma mais ampla a questão da educação inclusiva e a observar a realidade na qual estou inserido. E tem fornecido subsídios para o desenvolvimento de ações práticas dentro da unidade escolar na qual trabalho.

O conteúdo possibilita um embasamento teórico muito bom e me auxilia na construção do pensamento crítico. Os textos, slides e vídeos atendem as minhas necessidades, enquanto a educação a distância garante a comodidade de estudar em casa e acessar as matérias em qualquer momento. Além disso, a EaD leva ao desenvolvimento da disciplina para cumprir horários de estudo e os prazos de entrega das atividades.

Quero elogiar o excelente trabalho tutorial da professora colaboradora Andreia de Carvalho Lopes Fujihara, que se dispõe a ajudar sempre. Mesmo que não possua uma resposta imediata, ela se propõe a pesquisar e não deixa os cursistas no vazio. Sua assistência chega a extrapolar o âmbito do curso, com auxílio em dúvidas sobre a vida acadêmica. Parabéns e muito obrigado, Andrea, pela sua dedicação.  Meus agradecimentos também à coordenadora Maria Candida Soares Del-Masso, à supervisora Verônica Lima dos Reis, às demais tutoras e aos professores convidados, pelo trabalho de qualidade.

Há ainda os encontros presenciais, que, do meu ponto de vista, são fundamentais. Como sou professor, considero o contato humano entre tutores e colegas essencial para a troca de experiências e ideias. Poder ouvir o outro e ser ouvido também faz parte do aprendizado.

Eu recomendo o curso de Altas Habilidades / Superdotação a todos os educadores que se preocupam e se interessam pela educação inclusiva. Minha sugestão é que considerem o curso uma ferramenta de crescimento e preparação para atuarem de forma efetiva na área. Não pensem nesse curso como apenas mais uma pós-graduação que concederá pontos para a evolução funcional. É importante ter a mentalidade de quem realmente deseja contribuir, acrescentar, crescer no aprendizado e aprimorar sua prática cotidiana.

 Para mim, esse é um curso de excelência e qualidade, com o qual tenho aprendido muito. Agradeço a Deus, à Prefeitura de São Paulo e à UNESP pela oportunidade de realizá-lo. Meu sonho é continuar esse aprendizado com um mestrado na área, para pesquisar e transmitir o conhecimento para meus colegas. Sou professor há vinte anos e esse curso deu-me nova motivação e forças para lutar por uma educação de qualidade e que possa atender todos os alunos sem discriminação.”.

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